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Rubem Alves, em artigo titulado "A pior idade" , no caderno Cotidiano da Folha de São Paulo de ontem fez recrudescer a polêmica, lamentando a chegada da velhice e pedindo que, em vez de "melhor idade", os velhos sejam conhecidos por "os que têm crepúsculos no olhar".
Em minha opinião, o conceito de velhice não pode ser hermético, do tipo chegou aos sessenta, ou aos setenta, pronto, virou velho de um dia para o outro. Como aprecia dizer meu oncologista predileto, Dr. Petrilli, cada caso é um caso. Há muita gente que chega aos oitenta, ainda batendo um bolão, isto é, com saúde, disposição, capacidade de produzir e sonhos por realizar no futuro. Já outros tantos, nem bem se tornam cinquentões e já começam a priorizar o pensamento sobre se preferem ser cremados ou enterrados e coisas correlatas.
Agora, não me venham com esta : " que bom, que bom , fiz sessenta, estou entrando na melhor idade ! ". Com o perdão da má palavra, melhor idade o cacete ! Ou alguém pode honestamente acreditar que é melhor fazer 60 que fazer 30, ou fazer 70 que fazer 20 ? essa história de "melhor idade" carrega no seu bojo o tal do "me engana que eu gosto".
O melhor é ir tocando a vida, dia após dia, sem se ligar nessa história de idade. Ótimo também fazer força para continuar sendo útil,se não à sociedade, pelo menos à família, aos amigos e até mesmo aos cachorros, fazendo como eu, que levo os meus para passear, tomar banho, etc. As lamúrias, também, sempre que possível, devem ser deixadas de lado, pois o chororô nunca foi solução para nada, que o digam os jogadores do Botafogo.
Importante também é aguçar a capacidade de adaptação a novas circunstâncias e situações, quando não, limitações. E sempre buscar levar com bom humor as sucessivas descobertas de que "hoje não será como antes".
Por fim, o negócio é curtir muito as pessoas de quem gosta, em especial as da nossa geração pois nunca se sabe até quando contaremos com elas, ou elas com a gente.
Em minha opinião, o conceito de velhice não pode ser hermético, do tipo chegou aos sessenta, ou aos setenta, pronto, virou velho de um dia para o outro. Como aprecia dizer meu oncologista predileto, Dr. Petrilli, cada caso é um caso. Há muita gente que chega aos oitenta, ainda batendo um bolão, isto é, com saúde, disposição, capacidade de produzir e sonhos por realizar no futuro. Já outros tantos, nem bem se tornam cinquentões e já começam a priorizar o pensamento sobre se preferem ser cremados ou enterrados e coisas correlatas.
Agora, não me venham com esta : " que bom, que bom , fiz sessenta, estou entrando na melhor idade ! ". Com o perdão da má palavra, melhor idade o cacete ! Ou alguém pode honestamente acreditar que é melhor fazer 60 que fazer 30, ou fazer 70 que fazer 20 ? essa história de "melhor idade" carrega no seu bojo o tal do "me engana que eu gosto".
O melhor é ir tocando a vida, dia após dia, sem se ligar nessa história de idade. Ótimo também fazer força para continuar sendo útil,se não à sociedade, pelo menos à família, aos amigos e até mesmo aos cachorros, fazendo como eu, que levo os meus para passear, tomar banho, etc. As lamúrias, também, sempre que possível, devem ser deixadas de lado, pois o chororô nunca foi solução para nada, que o digam os jogadores do Botafogo.
Importante também é aguçar a capacidade de adaptação a novas circunstâncias e situações, quando não, limitações. E sempre buscar levar com bom humor as sucessivas descobertas de que "hoje não será como antes".
Por fim, o negócio é curtir muito as pessoas de quem gosta, em especial as da nossa geração pois nunca se sabe até quando contaremos com elas, ou elas com a gente.